segunda-feira, 28 de março de 2011

As PeSsOaS qUe CoNhEçO nÃo SãO QuE pEnSo 4

Eu fui e sentei-me ao pé dele.
-Olá! – disse ele mesmo perfeito
-Olá… – respondi eu, completamente consciente que devia estar toda corada.
- Não me vais cumprimentar? – Perguntou ele.
- Ai sim claro – respondi completamente embaraçada. Eu posso ser muito pouco experiente, mas percebi logo que ele não queria que eu lhe desse um beijinho na cara como fazia a toda a gente. Como se ele percebesse no que eu estava a pensar agarrou-me, e eu claro não ripostei, quando estava prestes a acontecer, Derek  passou de bicicleta mesmo perto de nos e foi fatal! Num momento Endora e Sebastian prestes a beijarem-se, e no outro momento Endora e Sebastian todos molhados no meio da fonte. Como era de esperar a atitude do rapaz mais popular da escola não foi ralhar nem comigo nem com o amigo, mas sim rir-se e chapinhar-me com água. Estávamos em pleno Agosto, o banho até soube bem, estávamos a divertirmo-nos imenso até ao momento em que ele olhar para as minhas mãos e diz:
- O que se passa com as tuas mãos? - Perguntou ele surpreendido.
- O quê? - Eu sem compreender o que ele dizia olhei para as minhas mãos e percebi imediatamente ao que ele se referia. A água estava disposta á volta da minha mão como se formasse uma luva de pequenos cristais, e a água brilhava muito mais nos sítios onde se encontrava com a minha pele. Olhei assustada para ele, que deve ter-se apercebido da minha aflição e levou-me para dentro da escola sem ninguém ver, encostada a ele e sentou-me num banco onde quase ninguém nos conseguia ver e começou a passar as suas mãos pelas minhas, imediatamente a luva de pequenos cristais desapareceu. Olhei para ele e disse:
- Não sei o que aconteceu, eu….eu – ele silenciou-me com o indicador e abraçou-me. Eu rebentei num choro desalmado, era completamente o pior dia de anos de sempre! Quando eu terminei o meu ataque de choro compulsivo, ele olhou para mim, sorriu e deu-me um beijinho nos lábios, oh que doce…. Foi o beijo mais doce, carinhoso e atencioso, que alguém alguma vez já me dera, e eu sentia que ele estava cauteloso e inseguro em relação a mim, então peguei na mão dele e pude sentir esse sentimento de insegurança a desaparecer, parece que afinal este não era o pior dia de anos de sempre. Ele levantou-se e perguntou com um sorriso malandro nos lábios:
- Estás mais calma?
- Estou, até parece magia - disse eu a brincar com ele.
- Sim claro que é, mas sabes eu só te beijei para te acalmar, eu sou muito profissional. – Disse ele obviamente a gozar comigo.
- Sim, sim claro senhor Sebastian. - Retorqui eu revirando os olhos.
- Desconfias da minha palavra é? - Perguntou ele com ar de ofendido.
-Claro que não, tu praticamente salvaste-me de um ataque de pânico.
- Pois tu sabes como é, ando por ai á espera que uma donzela em apuros me peça ajuda. - Disse ele sorrindo abertamente, e como o seu sorriso era lindo…oh e aqueles olhos, claro que eu era obviamente uma sortuda por…
- Bem mas agora deves querer ir para casa também não temos mais aulas hoje, deixa-me acompanhar-te. - Disse ele interrompendo o meu pensamento super estúpido.
- Ah……. Bem porque não? Sim claro, vamos. – Havia qualquer coisa nele que fazia com que fosse impossível recusar-lhe fosse o que fosse, então lá fui eu para casa 
acompanhada do Sebastian Shepperd ….









terça-feira, 22 de março de 2011

As PeSsOaS qUe CoNhEçO nÃo SãO QuE pEnSo 3

Mais conhecido por Jason. Ele sabe como odeio que façam este tipo de coisas, e como bom amigo que é, salvou-me.
- Hey Endy, ainda estas viva miúda? - Perguntou ele com um sorriso malandro.
- Por enquanto sobrevivo. – Estava a ser apertada por três raparigas histéricas da minha turma.
- Então não deves precisar de ajuda, certo? – Ele estava a divertir-se com aquilo. Eu sabia bem.
- Por acaso gostava mesmo de sair daqui. – Estava a tentar ser resistente. Não queria implorar.
- Vou ver o que posso fazer. – Ele fingiu estar a analisar a situação. Estava apenas a fazer tempo. Isso mesmo, depois quando eu estiver mais esmagada que uma tosta mista é que ele me ajuda! Finalmente ele gritou:
- Meninas, ouvi dizer que o Sebastian e os amigos da equipa de futebol estão sem camisola deitados na relva, lá atrás.
- O quê? A sério? – Elas largaram-me. Estava livre! Finalmente!
- Endy depois falamos, até já. - Foram a correr para o relvado atrás da escola.
- Obrigado – Agradeci. Jason sempre fora muito querido para mim. E sempre me ajudara em qualquer situação. Tal como agora. Sabia que o facto de ele ser assim tão dedicado, se devia à paixoneta que tinha por mim. Desde o oitavo ano. Mas nunca a demonstrara. Sempre fora apenas um bom amigo. Não que ele seja feio. Porque não é. Aliás tem imensas raparigas atrás dele. Talvez por ele ser avançado da equipa do colégio, ou talvez seja por ter um lindo cabelo louro encaracolado e uns brilhantes olhos verdes. Ou talvez seja uma mistura dos dois factores.
- Ah na boa, sabes como é. Se não for eu, quem te salvaria a vida nestas situações? – Estava-se a armar em bom. Fazia sempre isso. Mas como estava sempre a sorrir como um menino de 5 anos, nunca parecia convencido.
- A Daisy. Que desta vez desapareceu. – Comecei à procura da minha amiga tresloucada.
- Não, ela não desapareceu. A única coisa que desapareceu foi a língua dela, dentro da garganta do Carter Weed. – Ele estava a rir-se imenso.
- Impossível. Ainda ontem a tive de a descolar do Tyler Weed.
- Pois mas ela trocou de irmão hoje. Quando o Tyler descobrir, vai-se passar. Mas não importa. Olha o que eu tenho aqui. – Ele abriu o mão e nela estava pousado um bonito colar. Era muito simples. Tinha uma corrente muito fina em prata e como pendente um coração com asas. Era lindo! Enrolado à volta do coração, estava um fio muito fininho de um material que parecia cristal. Brilhava por todos os lados. Era perfeito.
- É para mim? – perguntei completamente vidrada no colar.
- Não, é meu. Sabes adoro usar este tipo de coisas! Virei travesti! – Disse ele com um enorme sorriso, e tentando parecer uma rapariga. Eu ri-me.
- A sério? Não sabia de nada. – retorqui eu a gozar com ele.
- Ai ai, Endy. Vá deixa-me pôr-to.
- Sim, claro – Virei-me e levantei o cabelo.
- Fogo, nunca vi tanto cabelo na minha vida. Tira-me isto da frente. Se não, não consigo amor. – Ele já tinha colocado o fio ao meu pescoço, quando eu petrifiquei com aquela palavra. Amor? Ele nunca me tinha chamado isso. Ele reparou na minha expressão ( que devia de ser de confusão ) E apressou-se a dizer:
- Desculpa. Eu não queria dizer isso…ah…desculpa – ele estava seriamente envergonhado. Estava coradinho e tudo. Parecia um menino mal comportado.
- Não faz mal. Acontece. – Acontece?! Mas onde raio tinha eu a cabeça? Aquelas coisas não deviam acontecer entre amigos!
- Pois mas não devia ter acontecido. – Ele estava arrependido. Aproximei-me dele afaguei-lhe a cara. Que raio estava eu a fazer?
- A sério, não faz mal. – Estava demasiado perto dele. Via os seus olhos a brilharem. Ora bolas, ele já gostava de mim, e agora ainda fiz pior!
- Endora, eu tenho de te dizer uma coisa. – Ai ai, ele nunca me chama Endora! Passa-se alguma coisa. Ele quer-me dizer algo importante. Eu percebi isso. Bem eu sou mesmo ceguinha, como não consegui perceber o que se estava a passar? Quer dizer eu sabia o que o rapaz sentia por amor de Deus! Não sou mesmo normal! Ups, tirei-vos da história, não foi? Desculpem, continuando…
- Sim Jason? Passa-se alguma coisa? - Agora estava preocupada. Seriamente preocupada. Eu conseguia perceber que ele não me ia dizer uma coisa banal. Era algo importante. Algo que ele me queria contar á muito tempo. Sim era isso, era um segredo.
- Sabes, eu tenho de te contar isto porque vais acabar por descobrir. É uma coisa que te vai parecer confusa. E não te censuro se te passares. – Ele estava e enrolar. Não sabia como me contar aquilo que me pretendia contar.
- Vá Jason! Diz de uma vez por todas. Para de enrolar. – Eu estava a ficar impaciente.
- Ok. Bem é assim, eu … - E fomos interrompidos pela campainha. Tocava estridentemente mesmo por cima das nossas cabeças. Era hora da aula de Geografia. Odeio Geografia. Odeio aquela maldita campainha!
- É melhor irmos para a aula. – Ele agarrou-me na mão e puxou-me para dentro do edifício. Não! Eu queria saber o que ele me ia contar! Mas ele basicamente arrastou-me até á minha sala e empurrou-me lá para dentro. Não foi bruto, nunca o seria. No meio disto tudo reparei que continuava a sorrir. Apesar de tudo, estava a sorrir! Eu sentia que ele tinha encarado a campainha como um bote salva vidas no meio do oceano.
Devido àquela conversa antes da aula de Geografia, passei a aula toda nas nuvens. Não respondi a uma única pergunta. E sempre que alguém queria falar comigo tinha de me chamar várias vezes até eu “ acordar”. A aula acabou e eu queria terminar aquela conversa. Quando ia a caminho do pátio da parte de trás da escola encontrei o Derek a andar de bicicleta. Derek é um rapaz a equipa de futebol lá da escola e também é amigo do Jason. Eu aproveitei e perguntei:
-Derek, viste o Jason? – Aquele rapaz andava sempre nas nuvens. Era um atiradiço de primeira. Mas apesar de tudo era simpático, e jogava bem.
- Olá para ti também Endy. Parabéns, agora que estás mais crescidinha queres vir dar uma volta comigo? – Perguntou ele chegando-se muito perto de mim. Dei um passo atrás afastando-me dele.
- Olá, e não, não quero dar “voltinhas” contigo, mas acho que a Daisy está disponível. Viste o Jason?
-A Daisy? Tenho de falar com ela. Mas já disse que estás “muita” gira hoje? - Oh aquele rapaz não me dizia nada do que me interessava!
- Derek! Onde está o Jason? – A minha voz saiu um pouco mais agressiva do que eu pretendia. Mas resultou bastante bem.
- O Jason disse que precisava de ir tratar de umas coisas e foi-se embora. – Embora se senti-se um pouco intimidado, o seu sorriso era muito sugestivo.
- A meio do dia? – Lindo! Ele tinha fugido á conversa! Que coisas poderia ter ele para fazer de tão importantes?
- Sim, não me perguntes o que tinha de ir fazer, porque não sei.
- E… hum… viste o Sebastian? – Perguntei meio envergonhada.
- O Sebastian? Ele está ali na fonte. – Assim que olhei para a fonte, Derek deixou de existir para mim, fiquei vidrada no que estava a ver. Lá estava ele. Sentado na fonte a representar o seu papel de miúdo lindo de morrer. Ele reparou que o meu olhar estava pousado nele e chamou-me com o 
indicador...







domingo, 20 de março de 2011

As PeSsOasS qUe CoNhEçO nÃo SãO QuE pEnSo 2

-Bom dia aniversariante! Ai estou tão entusiasmada com este dia! Vai ser lindo querida, vais ver, vais adorar! Vais fazer 16 aninhos…oh o meu bebé. - A minha mãe passou de pulos de alegria para uma choraminguice repentina. Ai, como detesto sentimentalismos, mas como era o dia dos meus anos e eu não a queria desapontar, lá fiz um esforço.
- Pronto mãe, tem calma, sabes que vou gostar sempre de ti aconteça o que acontecer, mas agora tenho mesmo de ir para a escola. - Isso escapa de mansinho, vê se ela não chora e pisga-te dai!
-Sim, sim – disse ela já a limpar as lágrimas à manga do casaco - mas espera! Leva este saquinho de pó de baunilha banhado pela luz do luar, vais ver que te dará bastante sorte! - Lá estava ela com os seus pózinhos mágicos da sua lojinha magia, do seu mundinho de fantasia, sinceramente às vezes parece que a minha mãe é de outro mundo! Mas pronto lá aceitei o saquito roxo e desapareci dali!

 Quando cheguei ao outro lado da estrada já lá estava ela, como é óbvio, e a bater o pé super impaciente (obviamente numa tentativa falhada de me enganar). Ai ai, aquela miúda é um máximo. A minha melhor amiga é estranhamente vulgar de aparência, tem olhos castanhos, cabelo castanhos, mas é na boca que toda a gente (rapazes) se fixa, tem os lábios bem gordinhos e bem vermelhinhos é pouco mais alta que eu mas chama a atenção a bastantes adolescentes do sexo oposto. É realmente fascinante estar com ela, é uma autêntica doidinha e cada semana tem um namorado novo, mas eu adoro-a.
 À medida que eu chegava ao pé dela, deixou de conseguir conter o sorriso, nunca foi muito boa a tentar esconder os seus sentimentos ao pé de mim, agora que penso bem nisso, nunca ninguém o foi… hum estranho nunca me ter apercebido disso. Mas continuando, ia eu a chegar ao pé dela e já estava ela em cima de mim a guinchar aos meus ouvidos:
- Parabéns, parabéns, parabéns, parabéns! Ai como estou feliz que finalmente faças 16 anos Endy - disse ela realmente euforia.
- Ai como ficava feliz se finalmente parasses de me chamar Endy. - Disse eu em forma de lamento, quer dizer a minha mãe tem mesmo mau gosto para nomes, e o meu nome é realmente estranho mas a alcunha que a Daisy arranjou para mim é realmente absurda!
- Peço desculpa menina Endora! - Disse ela tentando em vão parecer formal.
- Está desculpada Daisy! – Disse eu a gozar com ela.
- Olha e sabes quem também está muito feliz que faças 16 anos?! – Disse ela, e estava literalmente aos berros no meio da rua! Sempre foi assim a Daisy uma rapariga impulsiva, e desavergonhada, sabem daquelas que vêm que o mundo acha que estão a ser ridículas, e mesmo assim viram costas e dizem: “ que se lixe o mundo!”. Como eu sentia que ela estava totalmente feliz e em euforia com aquilo que tinha para me contar (e confesso eu também estava com um bocadinho bastante grande de curiosidade) perguntei:
-Quem? - ela numa atitude de puro dramatismo fingiu estar a sufocar apenas por invocar aquele nome. Quando eu já estava a ameaçar tirar-lhe as palavras à força ela disse levando as mãos ao coração:
- O rapaz mais lindo, mais musculado, com o cabelo preto hipnotizante, mais perfeito, com os olhos mais azuis que podem existir neste mundo inteiro, não esquecendo o facto de ser um dos rapazes mais populares do liceu de Ocean’s Blue, o grande e maravilhoso Sebastian Shepperd, o duplo “s”!
- Ele está entusiasmado com o meu aniversário? - Disse eu tentando parecer surpreendida, como é óbvio eu já tinha sentido que o Sebastian andava a reparar em mim, e fiquei contente que um rapaz como o Sebastian repare numa rapariga pequena e ruivinha  como eu, o Sebastian (não me canso de dizer este nome).
-Está! Acho que ele te vai dar um grande presentinho hoje! – Disse ela fazendo movimentos bastante insinuadores com o corpo.
- Espero bem que sim! – Disse eu já sem conseguir conter o meu entusiasmo. Bem o caminho até á escola passou depressa. Quando chegamos à escola tentei passar despercebida. Não gosto de fazer anos. Não gosto mesmo nada. Oh bolas! A Clary já olhou para mim! Estou feita!
- Endy!! – gritou ela, correndo para mim. Abraçou-me  e desatou aos saltos e a gritar:
- Parabéns !!!! – continuava a gritar. Ai, como odeio a minha vida! Como quase todos os dias obriguei os meus lábios a coverterem-se num sorriso e agradeci:
- Oh obrigada fofinha. – Bem soei mesmo a cínica.
- De nada querida. – Aparentemente ela não notou.
Comecei a ficar rodeada por imensa gente. Odeio a sensação de estar apertada. Tinha de sair dali. Mas a Daisy já tinha desaparecido. Ora bolas desta já não me safo. A não ser que..
Ele apareça... O meu melhor amigo de todos os tempos. Jonathan Ashen.







sábado, 19 de março de 2011

Os humanos...

O ser humano é a criatura mais fantástica á face da Terra. Os humanos amam, os humanos odeiam, os humanos invejam, os humanos imaginam, os humanos fingem, os humanos mentem, os humanos sonham...
Os humanos são criaturas idiotas, pois tudo o que amam acaba por desaparecer ou por lhes virar as costas.
Os humanos são imbecis porque desperdiçam tempo da sua curta vida a odiar tudo e todos sem qualquer motivo para tal.
Os humanos são estúpidos pois têm inveja de tudo, quando na realidade seriam bem mais felizes se ficassem contentes com o que têm.
Os humanos vivem a imaginar um ideal de vida, imaginam tudo, até mesmo o que se vai passar no dia seguinte, o que acaba sempre por ser uma desilusão pois nada é igual ao que os humanos imaginam.
Os humanos são cínicos ao ponto de fingirem gostar de outra pessoa apenas para terem poder.
Os humanos são uns mentirosos mentem sobre tudo o que podem, apenas para atingirem um objectivo.
Os humanos..... enfim podem ser estúpidos, idiotas, imbecis, cínicos , mentirosos, idealistas, mas sonham... criaturas tão imperfeitas sonham. Têm esperanças, têm sonhos que pretendem alcançar! Os sonhos são algo fantásticos! São uma força poderosa que faz mover montanhas! Eu tenho sonhos, espero conseguir concretiza-los. Pois posso ser imperfeita, estúpida, imbecil, idiota, cínica,mentirosa e tudo mais... Mas continuo a ser uma sonhadora...



sétimo dia* - quatro coisas que tu nunca esqueceste.

1º- 19/11/2010 ( Festa da Karina )
2º-A 1ª Festa da Amizade
3º- DC -.-
4º-7/3/2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

sexto dia* - cinco pessoas que significam muito para ti.

Bem para começar 5 é super pouco! ( não está por ordem) Filipa amo-te .

1º- João Azevedo
2º- Carolina Cadeiras
3º- Carolina Vieira
4º- Karina Garcia
5º-Margarida Duarte

quinta-feira, 17 de março de 2011

As PeSsOaS qUe CoNhEçO nÃo SãO QuE pEnSo1

É 1 da manhã e eu ainda não consegui absorver tudo o que me disseram desde ontem, uau que dia! E o pior é que depois de um dia destes devia conseguir dormir! Mas nada. Não há vestígios de sono.
Parece que em apenas um dia a minha vida deu uma grande reviravolta, a grande reviravolta pela qual eu aguardava, mas estou assustada, porque não sei para onde vou. Quer dizer eu sempre soube que não era bem uma criança normal, nunca falei disso com ninguém excepto com a minha melhor amiga mas parece que as crianças normais nunca conseguiam fazer coisas como eu, mas nunca liguei muito a isso, mas agora que já completei os 16 anos, compreendo porque achava tudo tão estranho...
Sempre fui habituada a respeitar a natureza e sempre o fiz, sou vegetariana e nunca fiz mal intencional a qualquer planta…nada de drama, há muitas pessoas assim.

Também sempre fui habituada a ter imenso cuidado com a água e com o fogo. São elementos fortes. Fortes? Fortes para quê? Estas foram perguntas às quais nunca obtive resposta. Bem nunca obtive resposta até ontem no meu décimo sexto aniversário, quando fiquei a saber o que realmente era, quer dizer uma pessoa parte do princípio que quando se parece com os outros seres que a rodeiam que é da mesma espécie que eles, bem surpresa das surpresas, isso nem sempre é assim!
Tenho 16 anos e acabei de descobrir o que na realidade sou, aparentemente sou normal, tenho olhos verdes cabelos ruivos encaracolados e em comparação com as pessoas da minha idade sou relativamente baixa, pois tenho apenas 1.59m, o que é realmente irritante pois todos dizem que sou fofinha e andam sempre a afagar-me o cabelo, odeio quando isso acontece, quer dizer eu não sou má, mas também não sou propriamente um anjinho…

Bem, mas vou deixar de me lamentar e começar a contar o que se passou ontem.
Na verdade o dia em si foi bastante normal, eu levantei-me, tomei banho e fui ter com a minha mãe à sua loja. A minha mãe sempre foi aquilo que eu nunca consegui ser, porque bem, eu não sou nada…sentimental, e a minha mãe é a rainha dos sentimentalismos, não gosto nada quando ela tenta que eu seja sensível, não faz parte da minha personalidade… a minha mãe diz que nesse aspecto sou parecida com o meu pai, o pai que eu nunca cheguei a conhecer. A minha mãe era muito jovem quando conheceu o meu pai, tinha apenas 16 anos, e toda a gente a adorava por ser sempre tão simpática e prestável, “ a bonita Carolyne Berard” era como todos a tratavam. A minha mãe conheceu o meu pai quando ia fazer um recado á minha avó a casa da senhora Joanne, que ficava bem no meio da floresta Blackaway nos arredores da cidade. A minha mãe tal como eu tem um fraco sentido de orientação, e acabou por se perder, depois de três horas a andar sem encontrar a casa da senhora Joanne, parou para descansar num banco natural, quando do nada aparece um rapaz vestido de branco, era moreno e tinha olhos verdes. Dirigiu-se para ela:
- Estás perdida? - Perguntou ele com educação, a sua pronúncia era extremamente correcta e também se vestia de maneira bastante decente.
- Estou, não sei como, mas sim estou. – Lamentou-se ela
- Porque não me dizes para onde ias? Talvez eu saiba o caminho e te possa ajudar – disse ele numa atitude de extrema cortesia.
- Não obrigado, eu encontro o caminho. – Não sabia porquê mas aqueles olhos verdes não lhe inspiravam confiança.
- Desculpa? Estás aqui no bosque, perdida, eu ofereço ajuda e tu recusas? – Perguntou ele incrédulo.
- Sim é isso mesmo. Não confio em estranhos. – Respondeu ela virando as costas.
- Está bem, como queiras… – Disse ele virando também as costas.
-Está bem, adeus! – Ela levantou-se e começou a andar na direcção oposta a dele.
- Não é por ai… - disse ele suspirando
- Como sabes se não é por aqui?! Não sabes para onde vou. – Retorquiu ela.
- A não ser que queiras ir para a falésia, vais no caminho errado. – respondeu ele
- Ah pois… bem talvez me possas mostrar o caminho? - Agora ela estava extremamente embaraçada mas sabia que se ele não a ajudasse iria ficar ali sozinha e não tardava a anoitecer.
- Ahahahah, claro porque não, diz-me para onde ias. – Ele era paciente e ela gostou disso.
 Depois de se conhecerem os encontros seguiram-se até, que um dia após um mês de namoro o meu pai e a minha mãe foram dar um passeio no bosque, e desse passeio dei eu resultado. A minha mãe quando soube que estava grávida foi a casa do meu pai, mas ele já não estava lá, tentou perguntar á vizinhança se sabiam para onde tinha ido, mas ninguém conhecia o rapaz de 19 anos que dava pelo nome de Christopher Wiltshire, ele simplesmente desapareceu… A minha mãe sempre me criou bem e sempre me disse que o meu pai era bonito, simpático, corajoso e muito boa pessoa, mas eu sempre desconfiei que nunca me dissera a verdade toda, e hoje percebi o porquê da minha desconfiança. 
Entrei na loja...







quinto dia*- seis coisas que tu gostarias muito de fazer e ainda não fizeste

1º-Ir a Olympia
2º- Dormir uma noite na praia
3º- Deitar-me num campo de mal-me-queres
4º- Beijar alguém à chuva
5º-Perder-me numa floresta
6º-Ver o "Ritual"


terça-feira, 15 de março de 2011

Perfácio

Anjos de luz

Sabes quando sentes que realmente não pertences a este lugar, quando sentes que o teu corpo aprisiona a tua alma, quando queres ser livre e não consegues?! Quando dás por ti a fazeres coisas que já mais em circunstâncias normais farias, quando não tens realmente noção do que te está a acontecer, quando já não és tu que controlas a tua vida, mas sim outras forças, as quais desconheces e temes. Eu não sou o que sou, o meu verdadeiro “eu” não se enquadra neste tipo de vida, neste tipo de pessoas, neste tipo de sociedade, e o que fazer quando te sentes numa posição destas? Nada melhor que tentar encontrar a tua vida perfeita, pessoas que pensam como tu, um mundo que te compreenda…entrar finalmente num corpo onde a tua alma sinta que pertença, então muda…



quarto dia* - sete coisas que cruzam muito a tua mente

1º- O dia nunca mais acaba...
2º- Odeio tanto storas que nunca se calam...
3º- Preciso de estar com ele.
4º- Que será que vou fazer este fim-de-semana?
5º- Adoro tanto os meus amigos, são perfeitos!
6º- Não me apetece nada ter física...
7º- Nesta escola grande parte do pessoal é escumalha...




domingo, 13 de março de 2011

terceiro dia* - oito maneiras de ganhar o teu coração.

1º- Com muito Carinho
2º- Sinceridade, é indispensável
3º-PACIÊNCIA, se não tiver paciência nem vale a pena tentar
4º-Têm de ganhar a minha confiança
5º-Conversando, comunicação é importante :b
6º-Com pequenos detalhes
7º-Com compreensão
8º- E têm de me aceitar como sou.


sábado, 12 de março de 2011

segundo dia * - nove coisas sobre ti.

1º- Adoro chuva
2º- Sou viciada em passeios ao ar livre
3º- Tento manter os meus amigos à força toda
4º- Pessoas que me abandonam à primeira dificuldade para mim já não interessam
5º- Odeio que me ignorem
6º- Sou muito carinhosa
7º- Se me provocarem sou uma besta
8º- Não suporto traições
9º- Pouco me importa a opinião das outras pessoas, sou como sou.

sexta-feira, 11 de março de 2011

1º selinho :b


Oferecido por : Karina Garcia.

1- Sou muito ciumenta.
2-Sou viciada em mandar sms
3- Gosto de Ice cream
4-Odeio pessoas
5- Adoro pessoas
6 - Tenho namorado
7- Odeio escrever sobre mim..


Ofereço o selinho aos seguidores :)

quinta-feira, 10 de março de 2011

primeiro dia* - dez coisas que tu gostarias de dizer a dez pessoas diferentes

Carolina Cadeiras - Mana, és e sempre serás a melhor amiga de sempre, Odeio-te ;).
Margarida Duarte - Querida és a perfeição em pessoa. *.*
Carolina Vieira - És-me muito amor, fica sempre comigo.
João Azevedo - Não quero que te vás embora nunca! :)
Karina Garcia- Gémea, tu és eu e eu sou tu para sempre . :b
João Jesus - Melhor amigo, apesar de tudo adoro.te mt :D
Filipa Santos - Sempre uma confidente :)
Joana Brilha - Desculpa.
João Garrido - Vê se ganhas tino rapaz!
Diogo Correia - Nunca vou esquecer tudo o que passamos.
João- És um dos rapazes mais imaturos que tive o prazer de conhecer xD